Resenha: O Dia Depois de Amanhã

Lançamento:28 de maio de 2004
Dirigido por: Roland Emmerich
Com: Dennis Quaid, Jake Gyllenhaal, Emmy Rossum
Gênero: Ação, Ficção científica, Suspense
Nacionalidade: EUA
No calendário da ONU, o dia 05 de junho é marcado pelo Dia Mundial do Meio Ambiente. Tais questões começaram a surgir como pauta de discussão em 1972, na primeira Conferência sobre o Meio Ambiente, que fora realizada em Estocolmo. Porém, a questão do meio ambiente só veio entrar na pauta da agenda internacional em 1992, no Rio de Janeiro, na primeira cúpula global ambiental, também conhecida como ECO-92 – ou Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento.
Para homenagear este dia, o filme desta semana será O Dia Depois de Amanhã. Um filme de ficção científica e pós apocalíptico que ajuda a refletir sobre as questões ambientais e o modo com que o ser humano lida com elas. O filme inicia na Antártica, com um grupo de pesquisadores liderado pelo climatologista Jack Hall (Dennis Quaid). A intenção da expedição é a perfuração de amostras de gelo para serem analisadas. No entanto, a calota de gelo acaba se rompendo, quase levando-o a morte.
Na cidade de Nova Deli, Jack apresenta os resultados de seus estudos na Conferência das Nações Unidas sobre o Aquecimento Global. Isto levanta a hipótese de que o clima do planeta encontra-se fragilizado e o aquecimento global, bem como o derretimento das calotas polares em grande escala levarão a Terra para uma nova era do gelo. Porém, isto não é considerado como algo sério pelos representantes dos países.
Ao mesmo tempo, em diversas partes do mundo, iniciam fortes alterações climáticas. E várias boias medidoras de temperatura no Atlântico Norte começam a mostrar quedas relevantes na temperatura. Jack acredita que houve uma dessalinização do oceano, devido ao derretimento das calotas, o que fez com que a corrente do Atlântico Norte mudasse de direção, fato que estaria ocasionando os fenômenos pelo mundo.
Enquanto isso, o filho de Jack, Sam (Jake Gyllenhaal) vai para Nova York, junto com seus amigos, para participar de uma competição acadêmica. Contudo, as alterações climáticas acabam deixando Sam e os amigos presos na cidade, fazendo com que passassem a noite na casa de um dos competidores.
No outro dia, ao tentarem ir para casa, de trem, a cidade de Nova York está um caos com a chuva ininterrupta, os alagamentos e o congestionamento. Neste momento, uma onda gigante invade a cidade, deixando o grupo de amigos e algumas pessoas presas em uma biblioteca pública.
Jack tem certeza que seu filho está vivo e, contrariando as ordens de evacuação dos Estados do Norte, ele se reúne com sua equipe e segue o caminho inverso, partindo para Manhattan a procura de Sam. Na biblioteca, Laura (Emmy Rossum), amiga de Sam, começa a passar mal devido à infecção de um corte que sofreu enquanto tentavam encontrar um abrigo. O grupo busca sobreviver com o que podem encontrar, enquanto Jack tenta chegar na cidade de Nova York e resgatar seu filho.
Através de uma visão mais apocalíptica, o filme mostra a relevância de assuntos como o aquecimento global e o meio ambiente. Estas questões ambientais são de suma importância para um internacionalista, haja vista que as mesmas acabam envolvendo mais de um país e que muitas vezes acabam se transformando em conflitos. São questões globais que requerem a cooperação, sendo assim, uma atenção maior no cenário internacional.



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